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Paulo Guedes desagrada Planalto ao tentar criar impostos negados por Bolsonaro e atacar Rogério Marinho sem motivos

O momento não é bom para o ministro da Economia, Paulo Guedes, no Planalto. Suas tentativas falhas de emplacar impostos e seus constantes ataques ao ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, não têm soado bem por Brasília.

Considerado como o último ministro “estrela”, Guedes aparenta ter se perdido na ideia de que é a “solução” para todos os problemas do Brasil. Em diversas ocasiões, se adentrou em serviços de responsabilidade de outras pastas. Como na Educação, com o reajuste do Fundeb, na Saúde, com o plano de iniciativas privadas em unidades básicas do Sistema Único de Saúde (SUS), e na Cidadania, com as propostas para o Renda Cidadã.

Não que sejam más ideias, mas todas tiveram problemas no prosseguimento. Outras propostas de criações de impostos, negadas por Bolsonaro, podem se incluir à lista de mais projetos que não conseguiram “engrenar”.

Desde a chegada de Rogério Marinho ao grupo de ministros do presidente, Guedes expressou um certo “ciúme”. Marinho é grande responsável pelo relevante crescimento da popularidade de Bolsonaro pelo país, especialmente na região Nordeste. Desde então, o titular da Economia iniciou diversos ataques contra o ministro potiguar. Em uma das situações, chegou a chamá-lo de “fura de teto” e “despreparado”.

Do outro lado da moeda, Rogério sequer responde. Tendo um trabalho constantemente elogiado pelo executivo federal, o ministro do Desenvolvimento adota uma postura de “menos conversa e mais trabalho”. Bolsonaro até já ressaltou suas ações diversas vezes e o considera como um dos “melhores ministros da história”.

Paulo Guedes já foi cotado diversas vezes pela imprensa para deixar o cargo. Com um perfil “apaziguador” adotado pelo presidente, diversos conflitos com o ministro já foram relevados.

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