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O ‘STF’ dos EUA está a um passo do conservadorismo

Indicada por Trump à Suprema Corte, Amy Coney Barrett defende que a “a vida começa na concepção” e está alinhada às posições do presidente

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Cerimônia de confirmação do nome da futura ministra do ‘STF’ dos EUA | Foto: Reprodução/YouTube/NBC News

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou neste sábado, 26, o nome da juíza Amy Coney Barrett para ocupar na Suprema Corte dos EUA a cadeira da magistrada Ruth Bader Ginsburg, que morreu semana passada. A escolha tem de passar, agora, pelo Senado, onde os Republicanos têm maioria. Portanto, a ratificação do nome escolhido pela Casa Branca é quase certa e muda o perfil do “STF dos EUA”, cuja maioria será conservadora (6 contra 3 progressistas).

Leia também: “A Suprema Corte e o abuso de poder”, artigo de Ana Paula Henkel publico na edição n° 27 da Revista Oeste

Barrett, de 48 anos, é juíza de carreira, estudou Direito na Escola de Direito de Notre Dame, em Indiana, e atualmente integra o Tribunal de Apelações do 7º Circuito de Chicago. Católica e mãe de sete filhos, Barrett defende que “a vida começa na concepção”. Dessa forma, se posiciona contra o aborto e poderá ter voto decisivo se o tema voltar à pauta do tribunal. Além disso, a futura ministra está alinhada com posições de Trump em relação ao uso de armas e restrições a imigrantes ilegais.

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