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Na pandemia, investidas contra o capitalismo se multiplicam

O que estaria transformando o capitalismo em vilão número 1 do mundo em meio à pandemia?

Panasonic, em São José dos Campos, SP | Foto: Nilton Cardin/Sigmapress/Estadão Conteúdo

Um número crescente de “progressistas”, tem criticado o capitalismo e não falam em reformar o sistema, mas substituí-lo. A maioria, no entanto, não se dá ao trabalho de esclarecer como essa ruptura poderia ser conduzida, em plena pandemia, sem agravar a miséria ou causar tumultos sociais.

Como a morte do capitalismo já foi anunciada prematuramente uma infinidade de vezes, no entanto, sem que ainda se tenha confirmado, parece fazer mais sentido o ponto de vista dos que acreditam que o sistema passa apenas por mais uma de suas frequentes mutações.

A versatilidade, afinal, é reconhecidamente uma das forças incontestes da economia de livre iniciativa, que a fez disseminar-se de forma quase hegemônica pelo mundo. Haja vista ter sido adotada até mesmo pela China comunista.

A colunista de Oeste Selma Santa Cruz trata do tema na 31ª edição da Revista Oeste.

LEIA AGORA: O CAPITALISMO SOB ATAQUE

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