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Ministros de Bolsonaro, Tereza Cristina e Salles rebatem declaração de Macron, presidente da França

Os ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e do Meio Ambiente, Ricardo Salles, responderam ao presidente da França, Emmanuel Macron, que atacou o governo brasileiro ao associar as plantações de soja a queimadas na Amazônia.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma nota oficial afirmando:

“O Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e utiliza tecnologias reconhecidas que ampliaram a sustentabilidade de sua produção agropecuária. A declaração do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a soja brasileira mostra completo desconhecimento sobre o processo de cultivo do produto importado pelos franceses e leva desinformação a seus compatriotas. O Brasil é o maior produtor e exportador de soja do mundo, abastecendo mais de 50 países com grãos, farelo e óleo. Detém domínio tecnológico para dobrar a atual produção com sustentabilidade, seja em áreas já utilizadas, seja recuperando pastagens degradadas, não necessitando de novas áreas. Toda a produção nacional tem controle de origem.”

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, ironizou a fala do presidente francês, denunciando os interesses econômicos por trás da desinformação. Salles disse que Macron faz “protecionismo disfarçado com roupagem ambiental”.

O vice-presidente Hamilton Mourão também denunciou o protecionismo. Ironizando o presidente Macron, Mourão disse, em francês, que Macron não está bem, e acrescentou: “Macron desconhece a produção de soja do Brasil. Nossa produção de soja é feita no cerrado ou no sul do país. Então, eu acho que nada mais, nada menos, externou aí aqueles interesses protecionistas dos agricultores franceses. Faz parte do jogo político”.

Veja:

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