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Fachin pressiona Aras por inquérito que implica Maia

Presidente da Câmara dos Deputados teria recebido propina da Odebrecht

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Dinheiro irregular chega a R$ 1,6 milhão | Foto: Divulgação/Lula Marques

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin cobrou posicionamento do procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, sobre o andamento de um inquérito contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A espera completou um ano, em agosto de 2020, de acordo com o juiz do STF. Fachin quer saber se o PGR vai oferecer a denúncia ou arquivar o caso. Maia e o pai, vereador César, supostamente receberam valores indevidos da empreiteira Odebrecht.

As doações irregulares no valor de R$ 1,6 milhão teriam ocorrido em 2008, 2010, 2011 e 2014 em troca de influência em projetos de interesse da empresa. A Polícia Federal atribuiu ao presidente da Câmara os crimes de corrupção passiva, caixa dois e lavagem de dinheiro. A defesa nega as acusações. Tão logo o relatório da Polícia Federal foi concluído, os advogados do presidente da Câmara afirmaram que todas as doações recebidas para as campanhas foram legais, contabilizadas e declaradas à Justiça Eleitoral.

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