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EUA culpam príncipe saudita por execução de jornalista

Um relatório dos serviços de inteligência dos Estados Unidos divulgado ontem, quinta-feira 25, afirmou que o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, no consulado saudita em Istambul, em 2018, teve o consentimento do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman. O país nega que o príncipe, de 35 anos, tenha aprovado a execução. O documento foi divulgado após conversa telefônica entre o presidente dos EUA, Joe Biden, e o rei saudita Salman. Segundo comunicado da Casa Branca, Biden disse no telefonema que trabalharia por laços bilaterais “fortes e transparentes”. Um comunicado da agência de notícias saudita também divulgou nota positiva. Nenhum dos dois comunicados mencionou o relatório sobre o assassinato de Khashoggi. Uma fonte consultada pela agência Reuters assegurou que a inteligência esperava a ligação entre os líderes para depois publicar o relatório. A divulgação do material sobre a morte de Khashoggi, um crítico às políticas do príncipe herdeiro, é parte da recalibração de Biden das relações entre os EUA e a Arábia Saudita.

Leia também: “Por que os democratas querem os imigrantes ilegais”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 49 da Revista Oeste

Com informações do Valor Econômico

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