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“Em nome de Jesus”, igrejas doam alimento e máscaras de proteção contra a pandemia

“Como igreja, não podemos ficar entre quatro paredes”, essa é a declaração de uma comerciante que resolveu se voluntariar para combater a pandemia do novo coronavírus junto à igrejas evangélicas que decidiram agir em favor das suas comunidades.

Como resultado, grupos de evangélicos da cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, se organizaram para executar um projeto que está fazendo a diferença na vida da população mais carente.

Eles montam cestas básicas, procurando incluir vários itens para tentar suprir ao máximo às necessidades nutricionais dos beneficiados, e também confeccionam máscaras de proteção contra a pandemia.

“O amor ao próximo é o segundo mandamento mais importante para os cristãos. É esse amor que tem feito muitas igrejas espalharem a mensagem de bondade através da solidariedade”, disse a comerciante Vanda Souza, que começou a confeccionar e doar máscaras para comunidade.

Ela é apenas uma das voluntárias do projeto, o qual reflete a natureza de Cristo através de uma iniciativa, como diz a comerciante, fora das “quatro paredes”, em referência ao templo religioso onde às igrejas normalmente se reúnem para adorar a Deus.

“Nesse momento de crise principalmente, nós entendemos que, como igreja, não podemos ficar entre quatro paredes. Veio a ideia de confeccionarmos máscaras artesanais. Estou fabricando algumas, mas temos uma equipe trabalhando. Agradecemos a sua colaboração, em nome de Jesus”, disse a comerciante.

Uma das igrejas envolvidas na causa, a Igreja Batista da Cidade, possui o projeto Casa da Vida, onde é oferecido local de acolhimento dos parentes das vítimas da pandemia. Como muitos vêm de lugares distantes acompanhando os doentes que são levados para o Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), alguns não têm onde ficar.

“Abasteceremos nossas dispensas e compartilharemos com o próximo, em famílias de extrema vulnerabilidade”, disse a coordenadora da Casa da Vida, Paloma Dantas, segundo informações do G1.

“Além disso, estes acompanhantes têm a possibilidade de lavarem suas roupas e realizarem outras atividades que possam tornar mais salutar a sua estadia em nossa cidade”, informa o site do projeto.

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