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Desemprego sobe 27,6% em quatro meses em reflexo da pandemia

Região Sul foi a única a apresentar queda da população desempregada na passagem de julho para agosto

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Comércio de rua em Brasília | Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em agosto, o Brasil registrou 12,9 milhões de desempregados, um aumento de 27,6% em relação a maio. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 23, pelo IBGE.

Segundo o levantamento, a taxa de desemprego aumentou em 0,5 ponto percentual de julho para agosto, passando de 13,1% para 13,6%.

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Entre as cinco regiões do país, as maiores taxas de desemprego estão no Nordeste (15,7%), no Norte (14,2%) e no Sudeste (14,0%).

A região Sul foi a única a apresentar queda da população desempregada na passagem de julho para agosto, hoje a taxa está em 10%.

Já a população ocupada no mercado de trabalho foi estimada em 82,1 milhões de pessoas, acumulando redução de 2,7% em relação a maio.

Setores

Em agosto, a Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura manteve o menor porcentual de pessoas afastadas (1,6%), enquanto os maiores ocorrem na Administração Pública, defesa e seguridade social, educação e saúde (9,9%).

Indústria da construção mostra sinais de recuperação

A Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta quarta-feira, 23, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que indústria de construção civil está em recuperação, com melhora nos índices de atividade e do número de empregados.

Segundo a CNI, os índices estão crescendo desde maio, “mostrando desempenho cada vez mais favorável”.

O índice de evolução do nível de atividade registrou 51,4 pontos em agosto, alta de 3,3 pontos frente a julho. É o maior índice desde junho de 2011.

O indicador varia de 0 a 100. Ao se situar acima da linha divisória de 50 pontos, aponta aumento da atividade no mês.

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