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Ao votar favorável a manutenção de igrejas fechadas, ministro do STF sobe o tom com o governo Bolsonaro

Na tarde deste quinta-feira (08), o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), por 9 a 2, decidiu manter a proibição de cultos e missas presenciais imposta por governadores e prefeitos.

Um dos ministro da Suprema Corte que votou pela manutenção dos templos religiosos fechados foi Edson Fachin. O magistrado aproveitou o ensejo para subir o tom com o governo Bolsonaro. Em um recado bem direito, ele disse que os decretos dos governadores e prefeitos não são inconstitucionais e deixou no ar que o presidente da República poderia ter cometido crimes de responsabilidade.

“Inconstitucional não é o decreto. Inconstitucional é a omissão que não age de imediato para impedir as mortes evitáveis. Inconstitucional é não promover os meios para que as pessoas fiquem em casa com respeito ao mínimo existencial, é recusar vacinas que teriam evitado o colapso” — disse o magistrado.

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