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A condição dos filhos de Deus

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Os filhos de Deus foram agraciados com todas as bênçãos espirituais advindas das promessas estabelecidas em Cristo, de modo que nenhum dom falta.


A condição dos filhos de Deus

Conteúdo do artigo

 

Introdução 

Uma verdade que emerge das Escrituras é a filiação divina. Os apóstolos destacam nas cartas do Novo Testamento a condição pertinente aos crentes em Cristo: participantes da natureza divina!

“Ele nos deu as suas grandiosas e preciosas promessas, para que por elas vocês se tornassem participantes da natureza divina” (2 Pedro 1:4).

Deus é o Criador de todos os homens, e n’Ele todos existem e se movem, porém, somente os gerados de novo pela semente incorruptível, que é o evangelho, são de fato filhos de Deus.

“… porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.” (Atos 17:28).

Ao introduzir o Seu Filho Unigênito no mundo, Deus tinha somente um filho, mas ao ressurgir dentre os mortos, Jesus Cristo trouxe muitos filhos à gloria de Deus, tornando-se primogênito entre muitos irmãos.

“Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas e mediante quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse, pelas aflições, o Príncipe da salvação deles.” (Hebreus 2:10).

Como se tornar filho de Deus?

Simples! É necessário nascer de novo. Cuidado com fórmulas mágicas como três passos para se tornar filho de Deus, sete hábitos para ser filhos de Deus, etc.

Vale destacar que cada ser humano que nasce neste mundo é uma criatura de Deus, nascido da relação intima de um homem e uma mulher. Esse nascimento é o natural, um descendente de Adão nascido do sangue, da vontade da carne e da vontade do homem.

Para ser filho de Deus é necessário nascer novamente através da palavra de Deus, que é semente incorruptível.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos (…) sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre. Porque toda carne é como erva, e toda a glória do homem, como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada.” (1 Pedro 1:3 e 23-25).

Qualquer pessoa que recebe o Senhor Jesus, crendo que Ele é o Filho de Deus, recebe poder de ser feito (criado) filho de Deus, nascido da vontade de Deus.

“Mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.” (1 João 1:12-13).

Crer em Jesus, ou crer no nome de Jesus, é crer na verdade do evangelho, que se fundamenta na pessoa de Cristo, como especial destaque na ressurreição de Cristo dentre os mortos.

“Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, a saber: Se, com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” (Romanos 10:8-10).

Ser filho por intermédio da palavra da fé, o evangelho, não é uma faz de conta, pois Deus não mente e na sua família não tem bastardo. Quem crê é filho, pois é gerado de Deus!

“Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a ele. Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser” (1 João 3:1-2);

“Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então, sois descendência de Abraão e herdeiros conforme a promessa.” (Gálatas 3:26-29).

Como deixar o pecado?

É só crer que Jesus é o Filho de Deus para ser incluso na família de Deus? Não precisa deixar o pecado?

A pessoa só é inclusa na família de Deus porque no momento que creu em Cristo abandonou o pecado. Como assim? É impossível nascer de novo e permanecer no pecado!

“Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” (Romanos 6:17-18);

“O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor;” (Colossenses 1:13).

O pecado é um dono de escravos que domina todos os homens que nascem no mundo, e como é necessário ao homem morrer para nascer de novo, ao crer em Cristo o crente morre e é sepultado com Cristo, ressurgindo com Cristo uma nova criatura, portanto, não mais sujeito ao pecado.

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Ao crer em Cristo o homem faz a vontade de Deus, portanto, se fez servo de Deus, e passou a condição de membro da família de Deus

“E, estendendo a mão para os seus discípulos, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos; porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, este é meu irmão, e irmã, e mãe.” (Mateus 12:49-50).

E qual é a vontade de Deus? A resposta de Jesus é clara:

“Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” (João 6:40);

“Enquanto tendes luz, crede na luz, para que sejais filhos da luz. Estas coisas disse Jesus e, retirando-se, escondeu-se deles.” (João 12:36).

Deixar o pecado só é possível quando se morre com Cristo, pois somente quem está morto para o pecado está livre do pecado.

“De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na sua morte? De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se fomos plantados juntamente com ele na semelhança da sua morte, também o seremos na da sua ressurreição; sabendo isto: que o nosso velho homem foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, a fim de que não sirvamos mais ao pecado. Porque aquele que está morto está justificado do pecado.” (Romanos 6:2-7).

Observe que abordamos a questão do pecado como condição inerente ao homem nascido de Adão, por serem pecadores em decorrência da morte que passou a todos os homens. Entenda que toda a humanidade é pecadora por causa da morte que passou a todos os homens, e não por questões éticas, moral ou comportamental.

“Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.” (Romanos 5:12).

A morte, por força da lei que diz: ‘certamente morrerás’, é o que mantem a humanidade sem Cristo sujeita ao pecado, não importando se são pessoas regradas ou não. O vínculo do homem com o pecado só é quebrado quando se morre com Cristo, o que ocorre quando se crê no evangelho de Cristo.

Filhos da luz

Os filhos de Deus também são designados filhos da luz, e os apóstolos recomendam aos cristãos que, enquanto neste mundo, andem como filhos de Deus.

“Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz.” (Esios 5:8).

O cristão não pode perder de vista que foi limpo pela palavra de Cristo, ou seja, santificados pela fé em Cristo Jesus.

“Vós já estais limpos por causa da palavra que vos falei.” (João 15:3);

“E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.” (1 Coríntios 6:11; Atos 26:18; Esios 5:26; Hebreus 10:14).

Diferentemente os religiosos à época de Jesus, que ‘maquiavam’ as pessoas para terem uma aparência de justos, ou seja, eles limpavam o ‘exterior do copo’, através do evangelho, o homem é limpo completamente, de modo que é isento de trevas, pois para estar em Deus não pode conter trevas.

“E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas.” (1 João 1:5).

Partindo do pressuposto que em Deus não há trevas nenhumas, e que quem crê em Cristo está em Deus, e Deus nele, certo é que quem está em Deus tem que ser luz assim como Deus é luz, pois é impossível a luz ter comunhão com as trevas.

“E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento. E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado.” (1 João 3:23-24).

Por que se faz destacar as verdades acima? Porque uma das artimanhas do adversário é atuar na ignorância dos servos de Deus, e fazê-los trabalhar por algo já alcançado, e assim, acaba fazendo com que o crente se prive da graça de Deus.

O que é recomendado aos cristãos? Observe:

“Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas. Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele. Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros, como também o fazeis.” (1 Tessalonicenses 5:5-11).

Através do exposto pelo apóstolo Paulo aos cristãos de Tessalônica, verifica-se que:

  1. O cristão tem que ser sóbrio e estar vigilante – quando o apóstolo Paulo fala de sobriedade, não diz do vinho fermentado ou dos destilados, e sim da doutrina dos judaizantes, o vinho da contenda que embriagava os filhos de Israel, de modo que andavam bêbados, mas não de vinho da vide “Tardai, e maravilhai-vos, folgai, e clamai; bêbados estão, mas não de vinho, andam titubeando, mas não de bebida forte.” (Isaías 29:9);
  2. O cristão deve se revestir da palavra de Deus, que aos cristãos de Éfeso o apóstolo Paulo apresenta como a armadura de Deus; a couraça da fé e do amor, o capacete da esperança da salvação são elementos da armadura de Deus, que nos remete a palavra da verdade “Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;” (Esios 6:17);
  3. O cristão tem que cuidar um dos outros, considerando o outro como superior a si mesmo, portanto, digno de honra; de todo modo, deve suportar uns aos outros em amor “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” (Filipenses 2:3); “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,” (Esios 4:2; Colossenses 3:13);
  4. E se portar na sociedade de modo a não causar escândalo a judeu, grego, ou aos membros do corpo de Cristo “Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.” (1 Coríntios 10:32);

Observe que os elementos apontados que o cristão deve se aplicar não são quesitos para se tornar um filho de Deus, pois a filiação divina se dá por meio do evangelho, porém, o que se requer aos filhos da luz é que se portem bem em tudo, de modo a não causar escândalo ao evangelho de Cristo.

“Não dando nós escândalo em coisa alguma, para que o nosso ministério não seja censurado;” (2 Coríntios 6:3).

Se depender do cristão, que tenha paz com todos os homens (Romanos 12:18; Tito 3:2).

O cristão tem que ter consciência de que poderá incorrer em vários erros, pois essa é uma questão humana, mas jamais deve se permitir tropeçar na palavra da verdade.

“Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.” (Tiago 3:2).

Para não tropeçar na palavra da verdade é necessário aos cristãos neófitos serem alimentados com leite racional, e com o seu desenvolvimento, se alimentar de alimento sólido.

“Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo;” (1 Pedro 2:2);

“Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.” (Hebreus 5:14).

As bênçãos dos filhos de Deus

Os filhos de Deus foram agraciados com todas as bênçãos espirituais advindas das promessas estabelecidas em Cristo, de modo que nenhum dom falta.

“Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.” (2 Pedro 1:4);

“Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.” (2 Coríntios 1:20);

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo;” (Esios 1:3);

“De maneira que nenhum dom vos falta, esperando a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo,” (1 Coríntios 1:7).

Nesse esteio, os cristãos são herdeiros de Deus, co-herdeiros com Cristo, pedras vivas, templo e morada de Deus, Sacerdócio Real, mais que vencedores por Cristo Jesus, etc.

“A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho;” (Esios 3:6);

“E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.” (Romanos 8:17);

“E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” (Gálatas 3:29 e 4:7).

Como muitos não tem noção do que é ser filho de Deus, basta entender que, qual Cristo é são os cristãos ainda neste mundo.

“Nisto é perfeito o amor para conosco, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos nós também neste mundo.” (1 João 4:17).

Da mesma forma que o Senhor Jesus Cristo, os crentes em Cristo são irrepreensíveis, inculpáveis e verdadeiros diante de Deus, uma condição inerente à nova criatura participante da natureza divina.

“Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo;” (Filipenses 2:15);

“No corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis,” (Colossenses 1:22).

O cristão que não se conscientiza do que alcançou por intermédio do evangelho fica à mercê do fascínio decorre de doutrinas várias e estranhas (Hebreus 13:9), e pode se privar da graça de Deus que há no evangelho.

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.”  (Hebreus 12:15).

O apóstolo Paulo conhecedor das artimanhas dos judaizantes, que pautavam o seu modo de vida segundo a carne, ou seja, circuncisão, nacionalidade, sábados, festas, comidas, genealogias, etc., alerta os cristãos a viverem segundo o evangelho, ou seja, espírito, não tendo cuidado das questões doutrinárias da carne.

“De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” (Romanos 8:12-16);

“Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão; Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu;” (Filipenses 3:2-5);

“Pois que muitos se gloriam segundo a carne, eu também me gloriarei. (…) São hebreus? também eu. São israelitas? também eu. São descendência de Abraão? também eu. São ministros de Cristo? (falo como fora de mim) eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes” (2 Coríntios 11:18 e 22-23).

O cristão serve a Deus em espírito, ou seja, por meio da palavra do evangelho. Qualquer doutrina que queira amalgamar o evangelho a filosofias, crendices, doutrinas de homens, etc., tem que ser rejeitada assim como a doutrina que promove os elementos da carne.

O cristão precisa ser pleno do evangelho de Cristo, que é poder de Deus para todo que crê, e é proteção para apagar os dardos inflamados do inimigo (falsas doutrinas). De posse da palavra da fé, o cristão tem a vitória (1 João 5:4), que vem por Cristo Jesus.

“Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso SENHOR Jesus Cristo.” (1 Coríntios 15:57).

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